“Que nossos olhos, de antes tão perfeitamente encaixados, o Amigo que sabe o que espera, não se viam mais desde que ela me disse, por entre os dentes me disse – eu amo. Pois me coube acreditar que eu jamais usaria estas palavras novamente, a não ser em posição de emergência, em emergente pulsar das cordas de um sonho – te amo, também. Como a mágica é toda feita de palavra, e nada do que será dito pelos homens sobre a face da terra passará em vão, e sem efeito (muito mais costumeiramente um efeito não pretendido, e até por isso mais materialidade, mais humano), dispersar as palavras de um amor tão solene me custou a cabeça, a honra, e a vida. E eu, que sou eu, desejei por certeiro perder-me a cabeça e a honra; ao fim ao cabo, abandonei a existência que até então fora a minha, e me vi, nu, em frente ao espelho de um Grande Rio”.
O Terno de Ball
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O jarro
O jarro era de um tom ruivo maiasquerano passado por toda história, era feito de sustilene, um barro encontrado pela crença de mirota; mirota era chilena e decantara por Mosse sua ternura, a vida de Mosse era inquietante, preferir Isabella ou Aline Mirota? O jarro de calicute era ponderável, a lenda de Aoderiun e coliis vergana seriam sem….recomeços de Ball. Mosse era um antigo integrante de um partido socialista, dizem que ficou louco por de portabilidade de suas ideias é ninguém faz outras coisas na cara…..vinha do passado dele com contatos do grupo separatista ETA. encontrou Catherine Carola a quem predissera por portal sonante amplicar sustir as belezas de Elis Vandola uma portuguesa e Ieko Mon Ku da Koreia e Magaxi Ab Senu uma Árabe.
